terça-feira, 30 de setembro de 2008

A tão Almejada Felicidade

A felicidade é um fruto que se colhe da felicidade que se semeia.


Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.
De: Platão


Nunca deixo de ter em mente que o simples facto de existir já é divertido.
De: Katherine Hepburn


Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
De: Oscar Wilde
A MAGIA DOS SALMOS


Reze durante sete dias consecutivos ou sete vezes ao dia o Salmo 65. Este salmo emana vibrações que nos dão uma óptima recuperação e volta à vida normal depois de uma longa doença
AUTO-AJUDA


Repita sempre: Sei que a luz dissipa as trevas e da mesma forma o amor do bem supera todo o mal. Meu conhecimento do Poder do Amor supera agora todas as condições negativas. Uma pessoa desenvolve a flacidez quando está fraca de espírito e com muitos ressentimentos. Para evitar este transtorno deve repetir sempre: Sinto a alegria de viver e me permito gozar por completo cada instante de cada dia. Meu espírito será sempre jovem.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

COISAS DE FELICIDADE

AMÁ-LA (O)
VIAJAR JUNTOS
FAZER-LHE SURPRESAS
ELOGIA-LA(O)
FAZER-LHE CARINHOS
SEGURAR SUA MÃO E OLHAR EM SEUS OLHOS
SORRIR-LHE
FALAR-LHE O QUANTO VOCÊ A (O) AMA
ESCREVER-LHE BILHETES EM HORAS INESPERADAS
DORMIR ENROSCADO NELA (E)
ESCUTA-LA (O)
TELEFONAR-LHE A QUALQUER HORA, PARA UMA MENSAGEM CARINHOSA
DIVERTIREM-SE JUNTOS OU COM AMIGOS
COMPARTILHAR OS PROBLEMAS
AJUDAR-SE MUTUAMENTE
OUVIR MUSICAS JUNTOS
RIR JUNTOS
BRINCAR JUNTOS
SER CÚMPLICE E AMIGO (A)
SER CONFIDENTE
PLANEAR O FUTURO JUNTOS
RESPEITAR A INDIVIDUALIDADE UM DO OUTRO
CONFIAR MUTUAMENTE
RESPEITAR O SILENCIO DELA (E)
TER PACIÊNCIA
PEDIR DESCULPAS, QUANDO ALGUM ENGANO É COMETIDO
DEMONSTRAR AMOR E CARINHO
FICAR CONVERSANDO NA CAMA, ANTES DE DORMIR, OU QUANDO ACORDAM
ASSISTIR AO POR DO SOL
FALAR BAIXO
VIVER O AMOR ROMÂNTICO
ESCREVER-LHE UMA CARTA DE AMOR
AMÁ-LA INTENSAMENTE E SEM RODEIOS
OU
AMÁ-LO INTENSAMENTE E SEM RODEIOS

TÊM O DEVER DE SEREM MUITO FELIZES...

domingo, 21 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se! Mas, também, tem um preço... São inúmeras outras portas que você descobre. Às vezes curte-se mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida... Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!

De: Içami Tiba

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A nossa casa

A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Constrói-a, num instante, o meu desejo!

Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?

Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jardim,

Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...

De: Florbela Espanca
Tarde de mais...

Quando chegaste enfim, para te ver
Abriu-se a noite em mágico luar;
E para o som de teus passos conhecer
Pôs-se o silêncio, em volta, a escutar...

Chegaste, enfim! Milagre de endoidar!
Viu-se nessa hora o que não pode ser:
Em plena noite, a noite iluminar
E as pedras do caminho florescer!

Beijando a areia de oiro dos desertos
Procurara-te em vão! Braços abertos,
Pés nus, olhos a rir, a boca em flor!

E há cem anos que eu era nova e linda!...
E a minha boca morta grita ainda:
Porque chegaste tarde, ó meu Amor?!...

De: Florbela Espanca